Sem IA, sem emprego. Estas empresas estão obrigando os trabalhadores a utilizar a tecnologia.

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SAN FRANCISCO — Luis von Ahn esperava enviar uma mensagem clara aos 900 funcionários do Duolingo: a inteligência artificial agora é prioridade no aplicativo de aprendizado de idiomas.

A empresa deixaria de contratar prestadores de serviço para atividades que a IA pode executar e passaria a buscar habilidades em inteligência artificial no processo de seleção. A tecnologia também teria papel nas avaliações de desempenho, e a companhia só contrataria pessoas para funções que não pudessem ser automatizadas. Os detalhes, expostos em um memorando de abril e divulgados na rede profissional LinkedIn, geraram indignação.