Relato de Parto pela Perspectiva do Pai

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Meu filho nasceu! E foi uma experiência incrível. Como tinha estudado bastante, achei que ia saber exatamente o que fazer em cada etapa do parto. Massagem nessa hora, música naquela outra e ficar de longe sem intervir quando preciso.

HA, na hora é tudo diferente.

Com a minha esposa gritando de dor, médicos(as) e enfermeiros(as) indo de lá pra cá eu me vi paralisado em alguns momentos, agindo conforme o planejamento em outros e completamente perdido em outros mais.

No final, deu tudo certo, com muito amor, muito respeito e muito cansaço. E logo no dia seguinte já estava planejando como ia relatar isso aqui no blog.

Mas isso foi há 2 meses e meio atrás.

O que significa que tem um tempinho que a vida está…humm…desorganizada, para usar uma palavra mais tranquila.

Mas o que importa é que finalmente estou pronto e com condições para contar aqui um pouco sobre como foi esse processo todo.

Vamos lá!

Pródomos

Chegando perto de 40 semanas a ansiedade pela vinda do novo ser começa a se transformar. Todos os chutes da data de nascimento de familiares e amigos já passaram e não havia nem um pingo de sinal de que algo diferente poderia estar acontecendo exceto talvez mais dores pelo peso da barriga.

Na esperança de agilizar a vinda do Ravi, andamos pelas áreas comuns do prédio já que em tempos de pandemia não podíamos sair na rua, subimos 17 andares de escada e até ficamos apontando a barriga para a lua cheia – vai que rola, ne?

A recomendação é ficar tranquilo, namorar e curtir esses últimos momentos, mas já estávamos num clima assim mais tranquilo há umas 3 semanas. Eu mesmo já tinha quase parado de trabalhar para poder me dedicar mais.

Algumas dores na barriga, outras nas costas mostravam que algo diferente poderia estar começando, mas como não era óbvio apenas continuamos sem muita clareza.

Até que no dia 16 de Abril, por volta das 7h da manhã e nas 40 semanas e 1 dia, sou acordado pela Amanda com um sorriso na cara me dizendo que achava que tava começando a ter contrações!

Fase Latente

“Quando for contração, você vai saber que é contração”, era o que todos diziam e, aparentemente, é verdade.

Ao lado da Amanda, vi que ficava alguns minutos com a melhor cara do mundo como se nada tivesse acontecendo e, do nada, fechava o olho, franzia a testa e algo ali passava por alguns segundos que ‘ai de mim se eu fizer qualquer barulho ou movimento’ naquele momento.

Começamos a contar as contrações e rapidamente já identificamos que estavam perto de 2 ou quase 3 a cada 10 minutos.

Ligamos para a enfermeira obstétrica que nos acompanhou domiciliarmente desde que a pandemia se iniciou para vir e monitorar até que fosse hora de ir para a maternidade.

9h da manhã ela chega e começa a monitorar o batimento cardíaco do neném e a minha esposa.

Foi muito bom ter a presença dela, pois tanto eu quanto a Amanda ficamos mais tranquilos em saber que estava indo tudo bem. Inclusive, perto de 11h da manhã ela fez o primeiro exame de toque e viu que já tinham 4cm de dilatação no colo do útero.

Desde o início da manhã eu já fui me preparando para os próximos dias. Avisei clientes que ia ficar uns dias talvez sem responder, olhei o que precisava a mais ver para a mala da maternidade e também fui atender às necessidades da Amanda.

Se antes o semblante era tranquilo entre as contrações, agora parecia que não era bem o caso mais, então até conversar passou a não ser mais uma opção.

Ela entrava e saía do banho, deitava e ia pra bola de pilates. Cada hora era algo que era melhor. Porém, alguns momentos depois passou a ser difícil pra mim identificar quando era contração e quando não era, pois parece que ela entrou num transe próprio e ficou ali num estado semi-vegetativo que só era interrompido pelos constantes monitoramentos da enfermeira, em especial dos batimentos cardíacos do neném.

Aproveitei esse tempo para comer alguma coisa, arrumar a casa e fazer uma meditação com os exercícios de respiração do Wim Hof.

Estava me sentindo pleno, preparado e confiante.

Passando algumas horas, perto das 16h, a enfermeira faz um novo exame de toque e descobrimos que já está com 7cm de dilatação, o que ela indicou já para nos prepararmos para ir para a maternidade.

Sensacional! Tudo indo de acordo com o planejado e incrivelmente a Amanda estava num estado de paz e plenitude que me impressionava.

Colocamos as máscaras – afinal, covid – e fomos pra maternidade. O GPS sempre mandava ir por uma rodovia que é um pouco mais perigosa, mas nesse dia escolheu um caminho novo pela cidade. Já tava vendo que o universo estava conspirando pra tudo dar certo!

Chegando perto da maternidade a enfermeira perguntou se eu ia por o carro no estacionamento e pensei:

“Puts, não tenho dinheiro físico, será que aceitam cartão?!!”

Aí chegando, tinha um lugar NA PORTA da maternidade. Mais um sinal!

Demos tchau pra enfermeira, mas na hora de entrar na maternidade somente a Amanda poderia entrar inicialmente pois estavam controlando muito a questão da pandemia. Ou seja, foi só ela e fiquei na porta aguardando a confirmação de que era ia ser internada mesmo.

Escolhemos a maternidade Sofia Feldman em Belo Horizonte para ter nosso neném pois ela é uma das grandes referências nacionais em parto humanizado. E o melhor, ela é do SUS.

No entanto, nesse momento também por ser uma maternidade pública tiveram que ter mais controle ainda nessa entrada de pessoas. Afinal, lá dentro fica todo mundo muito junto.

Fiquei esperando meia hora sozinho carregando um monte de mala e mochila na porta da maternidade com um sentimento de ansiedade crescente.

“No ritmo que tava, meu filho vai nascer e eu vou ficar aqui fora”, era o que passava na minha cabeça.

A moça da portaria – muito simpática e carinhosa, diga-se de passagem – até tentou ligar lá pra ver se conseguia já fazer eu entrar.

Finalmente fui autorizado e segui para a recepção.

Esse momento eu não sei descrever exatamente como foi, mas o que lembro é de receber um formulário de duas páginas para preencher junto com a notícia de que a Amanda já estava se direcionando pra sala de pré-parto.

Porém, nesse exato momento eu ouvi um dos gritos mais altos e fortes que já tinha ouvido e, olhando pro lado, vejo a Amanda num estado de sofrimento que me fez perder qualquer foco.

Meu pensamento era “Que merda fizeram com ela enquanto eu estava lá fora???”

Tentei preencher o formulário o mais rápido que pude pra poder também entrar e corri para ficar com ela.

Fase ativa

A maternidade estava bastante cheia, então fomos colocados numa sala de espera com outras gestantes. Eu ainda tentando fazer sentido daquela situação buscava observer as necessidades da Amanda.

No entanto, tudo que ela falava era me pedir ajuda pra mandar ela pra sala de parto logo.

Ouvindo os gritos e meus pedidos, logo nos enviaram para uma das salas de parto, que inclusive era muito bacana – com banheira e tudo mais.

Logo que entramos, começaram a encher a banheira pois era o pedido da Amanda pra tentar aliviar as dores. No entanto, nesse mesmo momento ela agachou e a bolsa estourou.

Eu assisti aquele momento de perto e foi um tanto quanto impressionante, mas estava ali para dar suporte então busquei ficar tranquilo. Porém, logo vi um pouco de preocupação na cara das enfermeiras e médica que estavam na sala.

Tinha mecônio no líquido.

O mecônio é o primeiro cocozinho do neném. E quando tem mecônio no líquido tem que monitorar mais de perto os batimentos cardíacos dele e também de toda a situação.

Isto é, em vez de entrar na aguinha gostosa quentinha pra aliviar a dor, a Amanda teve que ficar deitada com eletrodos conectados em volta da barriga para monitorar os batimentos do neném.

Pra completar, pegamos o horário de mudança de turno dos plantonistas, então as pessoas com quem estávamos começando a acostumar saíram para entrada de novas.

Tudo isso foi bem difícil pra Amanda, que estava ali cada vez com mais dores e sem poder fazer nenhum tipo de manobra de alívio de dor como massagens, banheira ou banho.

A dificuldade dela de respirar durante as contrações faziam os batimentos do neném abaixarem e também o movimento de contorção do corpo pela dor deslocava os eletrodos, fazendo com que tivesse que medir mais e mais tempo para ter uma medição correta.

*Um adento aqui rápido: Algo muito legal nesse momento é que todos os profissionais que passaram desde o início do processo leram e buscaram respeitar o plano de parto escrito pela Amanda. Além disso, ninguém julgou ou achou ruim dela gritar e sempre pediam licença para fazer qualquer procedimento. Fiquei muito seguro com a equipe por sempre explicarem pra gente o que estava acontecendo. Incrível!

Voltando, passou-se tanto tempo que a situação começou a ficar mais e mais difícil. Veio o oxigênio e chegou um ponto que a Amanda começou a pedir anestesia. Não era algo que queria, mas como não tinha nem jeito de aliviar as dores, esse era o último recurso.

Nos foi informado que para que pudesse tomar a anestesia com segurança, precisava que o coração do bebê ficasse mais estável já que é possível que a anestesia diminuísse ainda mais os batimentos.

Com o oxigênio e muita concentração, finalmente os batimentos ficaram mais estáveis e fomos autorizados a tomar a anestesia. Agora era só esperar a maca da anestesia liberar. Enquanto isso ela foi ficar no chuveiro até que enfim.

Antes da anestesia, fizeram mais um exame de toque e nessas horas todas só tinha dilatado mais 1 cm, ficando em 8cm no total. Isso já era perto de 9h da noite.

*Mais um adendo: Algo que hoje depois de discutir bastante entendemos, é que assim que saímos de casa e fomos para um local que, sozinha, a Amanda acabou não se sentindo tão “em casa”, a dilatação foi mais lenta e as contrações ficaram mais difíceis de lidar. A mudança de ambiente nesse caso foi difícil.

Anestesia

Não sei se você já tomou anestesia ou já viu uma peridural ser aplicada. Essa foi minha primeira vez e devo dizer que foi o momento mais tenso pra mim de todo o parto.

Alguns pontos:

  • Quem está tomando anestesia não pode mexer por tipo um a dois minutos, senão corre riscos de problemas mais sérios. No entanto, a Amanda não conseguia não mexer durante as contrações, que estavam cada vez mais frequentes.
  • Não sei porque, mas já ouvi de vários médicos de que os anestesistas são meio chatos, emburrados ou impacientes. Não sei de onde isso veio, mas já tava com aquele pé atrás.
  • A agulha que é enfiada no meio das costas é tão grande que parece que vai atravessar a pessoa e tão grossa que parece que vão injetar milkshake.

Antes também de descrever essa situação, tenho que explicar que lá no Sofia uma enfermeira ficou direto conosco enquanto médicas e outras(os) enfermeiras(os) vinham de vez em quando pra ver uma ou outra coisa.

A enfermeira que ficou conosco foi SENSACIONAL! Super carinhosa, paciente e até nesse momento da anestesia me pediu para ficar de lado para que ela pudesse encostar a cabeça na cabeça da Amanda e ajudar ela a ficar calma e não se mexer na hora da anestesia. Isso em um momento de pandemia que deveríamos estar com isolamento total.

Como a Amanda relatou: “Um ato de amor e me deu segurança na hora”.

Bom, chegou o anestesista e o cara era super legal também, como aparentemente todo mundo na maternidade.

Ele vendo a situação fez uma aplicação super rápida e precisa, mas obviamente eu fiquei sem respirar o tempo inteiro.

Sei disso porque assim que terminou eu relaxei e o anestesista riu de mim falando algo que não tenho a mínima lembrança mas com certeza notando minha tensão.

Após a anestesia, foi interessante pois rapidamente a Amanda deitou e dormiu.

Naquele momento, foi a melhor coisa que poderia ter acontecido, pois deu uma tranquilidade momentânea da dor. Deu para a Amanda comer alguma coisa, descansar, andar e até rolou um sorriso.

Foram umas duas horas de tranquilidade, até que voltaram as contrações com tudo e um pouco mais. O pouco mais é por causa da ocitocina artificial que teve que ser introduzida no sangue para manter as contrações enquanto estava anestesiada.

O mais legal é que nesse ponto foi feito mais um exame de toque e a Amanda já estava com os 10cm de dilatação. Agora era só uma questão de pouco tempo até que o Ravi desse um oi. Isso, portanto, mais ou menos 11h da noite.

Fase expulsiva

Lembra do banho que antes aliviava? Pois é, agora não havia banho que aliviava a dor e nem posição. E mais do que isso, parecia que as contrações estavam vindo uma atrás da outra, sem descanso pra respirar.

Nesse momento, a melhor alternativa foi sentar no banquinho de parto – que, para quem não conhece, é como se fosse um pinico maior e sem a parte da frente – e lá ficamos até o Ravi nascer. Eu sentado na cama, atrás da Amanda, e ela fazendo força na frente pro o neném sair.

Ravi desceu e coroou, levando a mais uma parte tensa que é o círculo de fogo. Basicamente quando a cabeça está já passando pela vagina e dizem que a sensação é de queimação intensa.

Às 1:04 da manhã, já no dia 17 de Abril, Ravi sai por completo e vai direto para os braços da mãe!

Naquele momento minha sensação foi tanto de emoção de ver meu filho pela primeira vez quanto de alívio extremo pela Amanda.

É uma mistura de sentimentos imensa, mas nada queria me fazer tirar os olhos da minha duplinha.

Assim como descrito no plano de parto, queríamos que o cordão fosse cortado tardiamente para passar todos os nutrientes para o neném e que fosse respeitada a “Golder hour” (Hora de ouro) – que é basicamente deixar o neném no colo da mãe em sua primeira hora de vida. Olhando pra mãe, amamentando se quiser e ali em contato pele a pele.

Aproveitei para tirar uma casquinha e fazer o Ravi segurar meu dedo enquanto olhava pra ele não acreditava o quão bonitinho ele era.

Assim que o cordão parou de pulsar eu quis cortá-lo e aí logo em seguida teve o “parto” (dequitação) da placenta – que vou te falar que não esperava que fosse tão grande!

A partir desse momento as coisas ficaram mais tranquilas…pra mim. Pois para a Amanda ainda tinha todo um processo de ser limpada e costurada pois houve um pouco de laceração.

Mais anestesia local, mais uns bons minutos sendo costurada por um enfermeiro.

E mais do que isso, queria estar ali ajudando ela pois o cansaço bateu forte e ela mal estava conseguindo ficar acordada.

Ela tomou um banho rápido enquanto o Ravi era pesado, medido, tomava o a injeção de vitamina K e colírio. Em seguida foi a primeira vez que o peguei no colo e pudemos ir para o alojamento com o neném já nos braços da mãe.

Uma nova vida

Depois no alojamento eu praticamente não dormi enquanto a Amanda tentava algumas horas de sono na mesma cama que o Ravi.

De tempos em tempos alguém ia lá para ver a temperatura do neném ou algum outro teste e exame ou na Amanda ou nele mesmo.

Como tivemos o neném na madrugada, tivemos que ficar não só o outro dia todo mas também mais uma outra noite pois não dão alta depois de certo horário na maternidade.

Depois de todos os exames, vacinas, testes e registros, fomos pra casa, agora com um pacotinho junto.

Relato de Parto

E aí logo na primeira noite em casa começamos a entender que a vida não ia mais ser a mesma.

Noites sem dormir, sentimentos conflitantes, perda de liberdade e muito amor. Tudo isso junto e vai ser assunto para outros posts.

Ser pai a cada dia toma uma nova dimensão pra mim e espero poder continuar compartilhando por aqui as alegrias, dúvidas, conquistas e desesperos.

Naturalmente, esse meu relato parte da minha visão como pai no processo. O lado da mãe é um tanto quanto mais complexo e intenso, mas queria dividir também a minha perspectiva.

Se você achou interessante, comenta aqui abaixo e me conta as suas experiências, dúvidas, esperanças e/ou impressões sobre todo esse momento tão incrível.

Divirta-se!

11 Comentários

  1. Cara!!!!!! Que incriiiivel! Meu filho vai fazer 2 anos dia 17 de julho, enfim… me vi em você todinho, quer dizer, Pior. Pois estava tão desesperado Que minha esposa passasse mal, por conta dela ser epilética, passei por várias incertezas e muuuito, mais muuuito medo de acontecer algo. Eu estou muito feliz que deu tudo certo pra você e pra Amanda! Como eu já disse uma vez, vi dizer novamente… SEJA FELIZ E CONTINUE FAZENDO OS OUTROS FELIZES. QUE RELAAATO! MUITAS CONQUISTAS PRA VOCÊS 3.

    1. Fala Thiago, tudo bem? Que legal ler esse comentário seu cara! Agradeço muito o carinho e desejo o mesmo para vocês por aí também! 🙂 E que situação passou por aí hein? Pois é cara, fácil num é não hahahha

      Um abraço!

  2. Muito emocionante o seu relato, com tantos detalhes. Experiência única, divina e transformadora. Ravi vai adorar ler isso no futuro.

  3. Obrigada por partilhar seu interessante ponto de vista!
    Fiquei emocionada ao perceber seu carinho, atenção e amor com a Amanda, que tanto amo e com o filhinho de Vocês!
    Desejo lhes mais amor ainda…
    Filho é abundância, Filho é nosso coração fora do nosso peito, Filho é a maior expressão do quão generoso é o Criador…

    Um abraço bem grande pros três!

    Lilian

    1. Oi Lilian, muita gratidão pela sua mensagem 😀 Pois é, cada dia que passa to entendendo mais esse sentimento de pai/mãe e filho. É incrível!
      Tudo de melhor para vocês aí também.

      Um abraço!

  4. Quanta emoção, André! Fui lendo e prendendo a respiração numa mistura de ansiedade e emoção! Foi lindo! E lindo é você descrevendo todo o seu amor pela Amanda! Agora você tem uma família, e ela é muito linda! O seu mundo será muito mais feliz! Pode ter certeza!

    1. André, minha mãe comentou e vim aqui ler! Os meninos nasceram de cesárea porque um deles estava em uma posição em que o parto normal era de risco devido à prematuridade. Cheguei ao hospital com 10 cm de dilatação, imagina? Revivi cada dor junto com a Amanda. Apesar de partos tão diferentes, é incrível sentir daqui toda a emoção do momento! Parabéns pra vocês e felicidades com Ravi!

      1. Oi Júlia! Que bacana ler seu comentário. Pois é, cada gravidez e parto são únicos né? Cada um com seus desafios. Nem consigo imaginas com gêmeos!! O importante mesmo é que todo mundo fique bem depois 🙂 Felicidade para vocês também

        Grande abraço!

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